Fernanda's profileTudo começa quando o dia...PhotosBlogLists Tools Help

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    January 25

    per-feito

    E isso aqui foi abandonado.
    Motivo? simple. FE-LI-CI-DA-DE!
    Mas agora... o que eu sinto é também um pouco disso, mas sinto uma grande forte do oposto...
    As certezas de que tudo seria eterno e os desejos de que as agunias passasem logo não nos fizeram perceber que realmente acaba, que as forças foram grandes e que as lágrimas contidas agora se esvaem pelo nosso corpo.
    Todos os motivos dos dias me fazem chorar, todas as circunstancias me fazem pensar, e já me faltam aquelas certezas, me falta tempo e me falta um bom punhado de vontade.
    Eu chorei sim, porque amo, amo talvez como nunca... amo porque o tempo foi perfeito, mesmo com os espasmos e a falta, per-feito.
    Tchau mundo real, que eu conheci, que eu aprendi, que eu vivi e que sobrevivi.
    Agora é tudo novo de novo, porém sem rumos certos, sem tempo certo, sem nada certo.
    A única certeza que me inspira é a de que devo continuar, mesmo doída, mesmo faltante, mesmo lamentável.
    Boa viagem, voltem logo, e eu amanhã... vou embora.
    August 08

    ponto

    Resolvi passar o dia em silêncio, pra quem sabe ouvir meus pensamentos.
    Que confusão, que loucura, que decepção.
    Um pequeno elo de conversa se descobre a mais plena mentira, as mais estúpidas tentativas, as mais fracassadas vontades.
    Quando eu olhava pra trás e vi ir, cheia de dor por saber que a possibilidade encobria os desejos, e tentava entender o porquê daquela hora, daquele lugar, daquela sensação, me senti pouca.
    Por minutos, talvez hora, me consumi na vontade de mais perguntas, e de uma outra decisão.
    Mas enquanto eu levava, um pequeno ponto salta e questiona. E meus dedos cobertos de caráter deram respostas.
    Tive medo, confesso que tive.
    E depois as horas passaram, e o dia passou, mas os pensamentos continuam aqui, tristes, inacabados.
    Um pedaço de lá me deu um pouco de entendimento pelas falhas e pelo vazio.
    O que to fazendo comigo ainda não descobri. E enquanto tento, ou vou ficando, ouvindo o que não é dito.
    July 24

    Vou deixar o tempo me levar, como fez hoje e por todo este completo ano.
    Vou deixar com que as rosas e os pensamentos se façam eternos, assim como prometi naquele momento.
    Ficar sem a presença dos olhos dói, como se tivessem arrancado um pedaço do pulmão. Mas ter a certeza do eterno, me devolve a boa sensação através dos suspiros do coração.
    Alguns sorrisos tornaram-se lágrimas, confusas de sentimentos e certas da razão. Lágrimas que representam o tamanho do amor, que girou em torno de mim por todo o dia.
    Sou a força que há em mim, por ti. Porque só tu, meu anjo, minha força maior, me ensinou o tamanho que eu posso ser. E que o "quero ser grande" representa muito mais que desejos, representa conquistas.
    Saudade é um palavra complicada agora, porque ela perde o sentido a medida em que cresce dentro de mim e nos olhares daqueles que não tiveram o prazer da certeza de quem és.
    Me lembrarei com tudo o que puder, me lembrarei do perfume, das risadas, do caráter, da beleza.
    Um ano difícil que nos deixa na convicção que somos tanto quanto pudemos, e pelo simples fato de lhe amar.
    Viva, eternamente agora, com a certeza de que um dia, estaremos todos juntos novamente.
    Obrigada por cuidar de nós que ainda estamos, e temos sua constante despedida com amor, as feridas estão marcadas, mas sabemos que sua paixão agora é pura magia.
    July 15

    resta?

    Mais do que perder a razão, as atitudes perdem o sentido.
    As promessas, as palavras, os olhares, ensinaram por obrigação, o erro.
    És livre, deveria ser respeitoso, mas não és.
    Acabou com a oportunidade de ser mais, de ter mais.
    De ontem em diante se perdeu, e não na distância, mas no tempo.
    A vida sempre fora completa, e não és o que faz a diferença, és o a mais.
    A mais que ajuda, que anima, que encanta, porém substituível, não faz-se necessário.
    Amanhã já passou, por cima de mim, mas e o que importa? Ainda restam dias pra que o equivoco perdure, na tua vida.
    Eu ando meio desinteressada, meio encabulada, meio... desentendida.
    Ainda haviam esperanças do perdão, que agora,  sinto que me escapa.
    Bocas surdas. Ouvidos cegos. Sem explicação, pra mim, pra ti, ou pra qualquer outro, lugar.
    Adeus aos bons dias, é tudo o que resta agora.
    June 19

    .

    Eu me sinto vazia. No amor, na tristeza, na dúvida, no desejo.
    Vazia como todos os meus dias, que correm com a rapidez de uma preguiça, e se esvairem com a vontade de uma criança.
    A vida é confusa não?
    Ontem eu tinha certeza do que haveria, hoje tenho dúvidas do que sou.
    Dúvidas cheias de exclamações... as interrogações ficaram pra trás, sem resposta, sem entusiasmos... afundaram-se, já eram.
    Eu ouvi sons... me inspiraram... me fizeram sentir... mas de onde vieram? O que representam pra ti?
    Eram alegres, eram fúnebres, pareciam um rocksamba de maracatú. Me tomaram em imensidões sucessivas.
    E eu, continuo com medo, de acabar. Porque cada dia que ouço eu morro, na certeza de que jamais serei esterna, e aí me me renovo, na convicção do vazio.
    Do amor, da tristeza, da dúvida, do desejo.
     
    June 14

    pergunta?

    Pessoas diferentes, idagações semelhantes.
    O que sou? De onde vim? Pra onde vou?
    Normal.
    As respostas... as mesmas.
    Louca. Da vontade. Pro futuro.
    Parece vazio, talvez seja.
    Uma sensação me encobriu... e eu corri, quando deveria ter fugido.
    Por alguns instantes, a incensatez virou experiência, e as idéias, encantamento.
    Entranho...
    Eu sou, porque quis, porque pude.
    Perante a ti, fui nada, até que representei.
    Vejo ainda, teus olhos cheios de surpresa.
    Enxergou a forma mais perfeita da (minha)  insanidade,
    as respostas.
    De longe...
     
    May 24

    quatro

    Porquê haveria de existir quatro corações que se completem de tal forma que pulsem ao mesmo tempo?
    Porquê haveria de existir quatro diferentes formas, que se encaixam tão perfeitamente como as pedras ao final da praia?
    Porquê haveria de existir quatro amores, que ao fim se tornam sorrisos ou lágrimas de mesma variedade?
    Porquê haveria de existir quatro questões, que todos os dias tornam-se respostas?
    Porquê haveria de existir quatro motivos, que juntos se tornam quatro formas?
    Porquê haveria de existir quatro sonhos, que são na verdade, realidade?
    Porquê haveria de existir quarto cores, que misturadas resultam cada dia em um tom diferente?
    Haveria, porque assim é que se compõem a música da alma. Alta, tonta, sorridente, serena, completa, inaúdivel.
    Cada nota com sua mágica, sua forma única de amar, de sentir, de interpretar, de agir. Formando um todo tão espetácular, que reflete não apenas nos sentidos, invade o coração.
    Não foram o que éram. Não aprenderam o que tem. Não entendem o que sabem.
    Existem, simplesmente vivendo, sem razão, sem explicação, unicamente pela harmonia de serem.
     
    Estas quatro confusões, tem um nome. Conhecê-las em sua imensidão de alegria? Talvez um dia...
     
    May 11

    parte

    Onde foi que você se perdeu? em que parte da sua história você deixou com que tomassem conta de você? Me explica. Eu preciso entender, o que acontece na distância, na ausência, no silêncio.
    Quero saber de você. Onde foi. O que fez. Pra onde vai.
    O sol sumiu, a noite comeu todas as estrelas, e o que se vê agora são gotas, de tristeza. Cade você?
    Os dias passaram e as semanas se tornaram infinitas, e no fim, sem recompensa tudo começa de novo. Sem explicação, sem palavras.
    E nós vamos todos juntos. Incrivelmente juntos. Somos mais amigos não, somos família. Complicada, confusa, familia. Mas você se perdeu no tempo, no vazio.
    Vazio sem prazer. A solidão só te fez sofrer. Eu sei, já era, não acontece mais. Mas eu ainda quero razões pra entender por que eu fiquei pra trás.
    April 14

    aonde

    E a vida volta ao normal. Despreocupada, Despretenciosa, Desinteressante. Tudo anda igual. A vida fôra o que imaginava. Nada. Aqui, ali ou em qualquer outro lugar, dentro desse vidro verde que me impede de ir.
    Eu tentei, chorei, virei e mudei. Foi dificil, complicado, até mesmo um pouco desesperado.
    Quando eu ia, pronta, sem razão, sem caminho, sem explicação, eu ouvi, de onde tinha saído aqueles olhos. Mirei o chão, e o que via era o reflexo, da tristeza de ter deixado.
    Eu queria ver, voltar e tentar concertar, ajudar, mas não pude, era tarde, e agora a sensação me cobre de vontade, de lá.
    Olha pra mim.
    O que entendes? O que quere? Eu? Quero ir embora... aonde os sonhos vão mais longe, e tiram de dentro de mim a esperança de que a vida não foi feita pra isso, pra ser assim, pra ser minúscula, onde o vazio tem o mesmo começo do fim.
    March 20

    mentira

    PArece, nao parece:
    tudo assim consufo... sem acento, sem acaso, portugues errado...
    de longe parece mentira... e eh nao eh:
    o que houve... eu disse... liguei... ouvi e chorei...
    mas e dai:
    quem se importa.... talvez a mentira...
    mas ela nao me conhece... desaparece!
    falta pouco... ou muito... talvez nao sei, quase la....
    e quando se ve o que faz: se ve: ou se desfaz...
    tenho a sensacao de desfeito.. eu vi.. curto... pouco... frio...
    porque:
    dois pontos eh uma pergunta... mas voce nao sabe responder... sabe:
    ou nao entende...
    para de brincar... chegar de me chamar... quero ver crescer....
    mas e se o tempo perceber... tudo acabou...
    porque eu...
    to indo...
    de volta pra casa...
    mas ela eh outra...
    e de ti... eu nao sei... deixa pra la... eh assim....
    olha pra frete...
    te levanta... a queda foi feia, mas ja curou...
    chega de manha
    diz a verdade.
     
    December 02

    te

    Decisão tomada. Fim da Linha. Quem ainda estiver aí, pode descer.
    O tempo parou, me envolveu, girava ao contrário, sucumbiu. E também correu, quando tudo tava bom, quando tudo tava péssimo.
    Agora é assim, grandes confusões sentimentais. Dias de abraços, dias de agunia. Tudo ficou guardado, e o tempo ainda parado. Clic. É mágica! Não esquece! Não desaparece.
    Olha ali, ele tá olhando pra ti... meio sujo, calado, oculto, mas sou eu, olha nos olhos, olha, que me encontrarás.
    Dias imensos perdidos no vazio da dor, é dificil esquecer aquilo tudo que passou. Aliás, ainda passa, por dentro de mim, como um trem, que gira em círculos e não percebe a tontura.
    Tudo ficou aqui, e comigo vai um pequeno significante, escrito, pedaço branco, que embora ainda guardado, deu em troca um grande amarelo, preto. Eu levo,  a certeza de que somos eternos.
    eu __ amo. amo.
    October 24

    demais

    A chuva (a chuva)  me fez parar de pensar em ti. Desculpa (desculpa), mas já era tarde demais (demais).
    October 13

    Um dia eu tava perdida, deitada em uma pedra, sentindo a chuva cair sobre meu corpo pálido, enquanto meus olhos fechados tentavam trazer a tona, lembranças de momentos em que era feliz. Senti frio. Meus dedos tremulos, apalpavam o limo e sentiam a vida lhe escorrer por entre as veias mórbitas que lhes constitui.

    Eu era de toda ruim, era o sopro mais forte do vento, que derruba tudo e se esconde ao longe. Dentro o pulso ainda sentia as vibrações profundas, das agonias cultivadas. Por fora, inexpressivo.

    Pensamentos ingratos tremiam, as vezes o mundo e as vezes o que restava de mim. Surtos de sorrisos iam e vinham como o balanço pendente na brisa. As lágrimas inxarcadas estavam secas, sentia-as coladas em minha boxexas. Não sei se pelo tempo.

    Eu sentia o mar nos meus pés, aos pingos. Seu som era rude, parecia infeliz com minha presença e quisera que eu pra sempre soltasse o que prendia abaixo de mim. Batia forte, minhas pernas estavam agora inundadas.

    E o som continuava a se revoltar dentro e fora do lapso. A medida que silenciava meu medo estendia, subia lento pelo meu peito, tomando minha boca e por fim minha alma.

    Quando eu não mais podia respirar, minhas forças imensas abriram meu olhos, o que eu vira fora o dia, de nuvens, a tempestade havia passado, e todo torpor havia sido o mar, que ao invés de me levar, me entregara de volta a vida, crua, sem dor, sem maldade, sem agunia.

    Tudo passou.

    Me levantei e admirei o infinito, sai caminhando sem olhar pra trás, sinto que meu corpo ainda deve estar por  lá.

    September 28

    fim

    confusão, conclusão, decisão...

    fui e voltei do inferno assim, click! como no filme descobri que ele é extamanete o que se imagina, ali, pra ela, era um mar de cabeças, esperando ser pisoteadas. Tudo era frio, tanto o clima, quanto suas cores. Nada se entendia, enquanto tudo se ouvia.

    E ele, vive no mundo que ela criou, lindo, vivo, fábulo. Um quadro. Ninguém viu, alias, nem quem o viveu vira seu fim. As cores escorriam lindas, e o vento lilás transformara a música em desespero.

    Senti. Por ti.

    A dor? morreu, caiu.. saiu por aí... tu entende? Não, não há lógica no seu corpo. Respiras o improvável e fazes a vida se tornar rispida com quem vive ao lado. Egoista? eu não diria... criança, dependente, inconsequente.

    Faz de todos seu remédio, justifica suas atitudes nas ações que moldas no próximo, e ri. Inimigo, pensas que eu não vi? Não tava lá, mas eu sei. Perguntei.

    Torna-tes agora nada, pois fez isso de tudo. E pior? Não vês, mas ainda vai ter o dia, em que acordarás desse sonho máculo, e tarde será a hora em que pensares. O próximo ido, teria, e tu, em nada se tornarás pó. Me envergonhas.

    Mas assim, a confusão, fim.

    September 12

    era

    Quero ir pra longe, além do horizonte, na linha tênue que separa o céu do inferno. Quero ver de perto o fogo, que me parece, sempre, mais bonito que as flores. Quero sentir o calor e a vibração das dores bobas e estúpidas que nos fazem perder (ou ganhar) a razão.
    Quero voar em forma de mosca, mas não qualquer uma, quero daquelas bem nojentas capazes de tirar qualquer um do sério e ser iponente o suficiente para entrar e sair de cena, mesmo que meu corpo seja muito menor do que o adversário, seu burro humano!
    Somos capaxos de estimação, somos menos do que eles, e bem mais do que elas. E quem sabe? Vive sendo incapaz, vive querendo demais. Os minutos se foram, e o que resta é o que aperta, o que sangra, o que dói. Machucados na alma. Desinteressante. Vibrante.
    Vai, vai e mostra o quão desprovido de vida és. Mostra que tuas asas foram em vão, porque não sabes usá-las, não sabe nem ao menos encantá-las.
    E à esquerda veria o ar, com cantigas, fome de esperança. Borboletas bailam aos olhos, mas elas foram grosteascas larvas, anteriormente recusadas, mas a beleza, ah, a beleza afaga, agrada... Tem também asas, do dia, porque amanhã, quem sabe, não estarás mais aqui. E serás agora pior do que se fosses nojenta, porque nada crerás, porque nada serás.
    E o que vale mais? Dias belos, pintados de laranja e preto, ou luzes eternas de contantes semelhanças? A diferença está ali, na linha. E tu não vê porque? Tens asas? Elas podem estar esconidas...
    E a vida fôra, o que já era. A morte, disfarçada em vontades.
    September 07

    pulula

    Hoje o que sinto é chuva, daquelas ruidosas, capazes de lavar qualquer alma que assola este cativeiro terreno. Que carrega todo e qualquer problema pra longe, onde as vistas não mais vislumbram, onde se perde a força, o motivo.

    Dessa vez não corri, olhei pra dentro, profundo, tirei tudo o que podia pelos olhos. Sentimentos vazios. Razões estranhas. Vontades enormes.

    Narsciso admira o espelho, e não sabe, desconhece sua imagem. Quer ser outro, projetado em si. Admira o impossivel, perde tempo.

    Milhões de vozes gritantes dizendo o óbvio e só uma ao fundo clamando o ilógico ululante.

    Preciso de idéias claras e certezas imensas.

    Andei por aí, procurando, avistei de longe, e quando cheguei perto era pedra, era verde, era nada.

    Reclamar não leva a lugar nenhum, mas o caminho tá ali, aberto, puro, virgem. Pra onde devemos ir... ora vamos, ora esitamos. Gangorra de emoções me partem ao meio. Se fico sou fraca, se vou perco.

    Lapis de cor, serve pra colorir a vida. Mas ela anda tão em preto e branco que as cores não fazem mais sentido, não consigo, o amarelo não pega, o azul apaga e o vermelho estraga. Cores amores, cai e devolve pra tudo, como mágica, a significância.

    O sol! Brilha... mas a chuva continua.

    September 06

    ...

    Quatro cobertores, trÊs da manhã, dois travesseiros... fecho os olhos e o que vejo passando são ruas, pessoas, pedidos... dúvida... dúvida?... dúvida! 
    Um filme inteiro cheio de confusões e imaginações. Vejo nos sonhos minhas realidades imaginadas, vejo projeções de desejos e anseios calculados, vejo necessidades fabricadas.
    Discuto sobre minha indignação e minhas objeções, escuto vozes caladas, enquanto o mundo a minha volta pára. Quieta, nem tão pouco silênciosa. Imóvel, um tanto quanto movimentada.
    Corre! Retorna! Foge pra longe, e dá uma volta! E de novo eu te vejo, nas avenidas extensas dos olhares perdidos, invertidos, que agora não mais estão abertos.
    Eu vi quando tu chegou. Eu pedi, porque não parou? Fala, fala mais do que não sabe... fala de próposito, não viu quem passou pela frente. Virou sombra. Mostrar as costas? pra quê? Inútil, patético, palhaço.
    Mas a gente vai, longe de forma curta. Todos e só um. E quando se vê a entrada de novo tudo começa. Eu disse... boa tarde.
    September 05

    =~

    E tudo ficou bem mais simples, e bem mais complicado.
    Alguns que tavam perto, hoje tão longe, distantes dos sonhos e sentimentos. Alguns que tavam longe, hoje tão perto, junto com as diversões e as realizações.
    As bruxas foram solta. Por quem? Não sei... mas em parte capturamos e a felicidade em alguns lugares voltou a reinar.
    É tão bom, que mesmo quando as coisas não estão ótimas pra você, ver seus amigos felizes, dá uma grande vontade de continuar caminhando, porque se vê que aquilo tudo não foi perdido, não foi em vão.
    Eu fiz a minha parte, boa pra uns e subjulgada por outros. Há quem diga que o egoismo as vezes faz bem, porque eu andava a me preocupar muito com os outros e esquecia de mim. Não deixarei nem por um minuto de pensar nos meus amigos, mas esses minutos serão divididos comigo, com o que eu pretendo contruir e conquistar.
    Feitiços, imagens, revelações, anseios, ambições, realidade, respostas... um conjuto confuso cheio de interpretações que me deram a visão de entendimento, pleno talvez, talvez não.
    Conversar foi bom, descobrir foi melhor ainda.
    Amizade é uma coisa louca, sériamente louca. Elas vieram correndo, assim, me despertando do sono de ressaca, e me deram te presente risadas, segredos, carinhos e a certeza da presença eterna.
    Que todos os domingo sejam como este que embora sonolento tenha sido especial!
     
    August 28

    amigas?

    E a gente sentou, conversou, decidiu,
    August 27

    ah...

    Olha.. eu perdi a vontade de escrever! Por quê? Falta de agonia, talvez.

    Sabe aquela coisa, quanto mais eu conheço os  homens, mais eu adimiro meu cachorro? Não acho por bem, verdade; mas sempre tem aquela coisa, aquela pessoa, aquele homem, digno deste ditado.

    Quanto mais eu conheço, mais eu me adimiro, me apavoro até, tamanha falta de tino. Não é coisa do tipo consciente sabe? As vezes é do tipo inconsequente, as vezes até do tipo covarde.

    Tenho cada dia impressão maior de que gosta, não assim, sem razão, mas por alguma coisa, algum motivo... senão não seria o que é, não viria assim por tantas vezes querer ouvir mesmo que eu não tenha a minima vontade de falar.

    Ficar longe ajuda? Não. Não quero falar pra não me corroer, não me corromper.

     Já disse, gosto sim, mas eu gosto bem mais de mim!

    Vontade maldita que me faz perder tempo pensando, mas o engraçado não é pensando em como ou em o que, mas na maneira mais rapida de fugir disso, de sair de perto. Tá facil? não... amigo... estranho.. confuso... desconexo!